quarta-feira, 6 de outubro de 2010

GASTRONOMIA ALEMÃ



Características Alimentares:
      A cozinha dos 16 estados federados da Alemanha é tão variada como as regiões, razão pela qual não existe um “prato tipicamente alemão” nem mesmo um “prato nacional”, cada região tem suas próprias especialidades, preparadas a partir dos recursos disponíveis. Por isso a cozinha alemã foi dita durante décadas como espartana. No entanto, aqueles que sabiam viver e que se podia dar a esse luxo já praticavam a arte do bem comer até mesmo na Alemanha Prussiana. Existe o hábito de se aproveitar ao máximo os alimentos, cada receita é influenciada pela vegetação e clima local. Por isso, os pratos típicos de cada região revelam muito sobre os hábitos de vida dos seus moradores, com pratos substanciosos, com muita salsicha, carne de porco como a mais popular, além de tortas e bolos tentadores. Mas, com a apresentação de pratos mais leves e refinados, há duas décadas que esta imagem vem sendo mudada, o que não abafa o cardápio e os ingredientes tradicionais, com uma produção de 1500 tipos de salsicha, além de uma variedade enorme de queijos e presuntos.

Ao longo do Reno


      Um dos pratos famosos da região do Reno é o Sauerbraten – carne assada com vinho e vinagre. A receita com mexilhões cozidos em nata e vinho branco também é típica da região, assim como a especialidade Himmel und Erde, feita com morcilha escura com purê de batatas e maçã.

Baviera

A salsicha branca com mostarda doce e o Brezel (Pretzel, em português) – pão em forma de nó – são servidos em praticamente todos os restaurantes da Baviera.
A carne de porco assada com uma crosta crocante (Schweinsbraten) e as panquecas de batata servidas com purê de maçã e salada de repolho, encontram-se entre as especialidades.

Sudoeste
Já no sudoeste, as batatas, salsichas, carnes, peixes, legumes e verduras não faltam no cardápio. No extremo sudoeste, a cozinha sofre influência da França, devido à proximidade com o estado da Alsácia.
A carne de veado à moda Baden-Baden e a pizza alemã com bacon e cebola (Flammkuchen) destacam-se entre as preferências dos moradores. A truta e a carpa também são opções clássicas.

Hessen
O Handkäs mit Musik – queijo moldado a mão – é característico da região. O molho verde, servido com panquecas recheadas com salmão defumado (Pfannkuchen mit Räucherlachs) é mais uma das especialidades locais.

Nordeste
A cozinha do nordeste da Alemanha (Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Brandemburgo e Berlim) sofre influência da região prussiana da Silésia (hoje Polônia), com receitas como o Königsberger Klopse, almôndegas de carne em molho de raiz forte, limão e alcaparras.
Já típico de Berlim é o Eisbein, joelho de porco cozido, e a Boulette, almôndega grande de carne servida com pão branco e mostarda. Nos estados de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e Brandemburgo são consumidos vários tipos de peixes, como lúcios, percas e trutas frescas.

Norte e noroeste
Os estados do norte e do noroeste da Alemanha (Baixa Saxônia, Bremen, Hamburgo e Schleswig-Holstein) caracterizam-se pela proximidade com o mar. Por isso, há muitos pratos elaborados à base de peixes, mariscos e camarões miúdos.
O Matjes, feito de filé de arenque temperado com vinagre, sal, louro e cebola, tem muitos apreciadores na região. Já entre as sobremesas, uma das tradicionais é a geléia de frutas vermelhas (Rote Grütze), servida com molho cremoso de baunilha.

Saxônia, Saxônia-Anhalt e Turíngia
Também nesta região do leste do país, salsichas e outros embutidos são oferecidos em todos os tipos e formas – defumados, salgados, cozidos etc. As confeitarias vendem iguarias como o Baumkuchen, bolo de mil lâminas feito a mão. Na primavera européia, por ser época de colheita do aspargo, come-se o legume com molho holandês e batatas.

Costusmes:
Os pratos do dia-a-dia de um alemão são geralmente compostos de carne suína e bovina, batatas, cozidos, sopas e legumes. Na Alemanha, é comum ir direto à refeição principal, já que as saladas aparecem na forma de acompanhamentos ou em ocasiões especiais. O caminho para as sobremesas, portanto, fica mais curto.
Em todos os povoados alemães há uma grande variedade de comidas.
Os cafés e tabernas alemães servem sopas, sanduíches, saladas e bolos.
Uma Gasthaus ou Gasthof costuma oferecer os pratos típicos da região.
Os bares são os preferidos pelos alemães que querem comer uma comida caseira acompanhada com cerveja ou vinho.
O café da manhã se compõe de pão com presunto, mel, rodelas de carne cozida, queijo e um ovo cozido.
Nos domingos à tarde se tome um Kaffee und Kuchen (café com bolos).
Os alemães são orgulhosos de seus queijos e as salsichas e presuntos de Alemanha alcançaram fama internacional o melhor lugar para encontrar todo tipo de salsichas e queijos é nas feiras livres de cada cidade.

A culinária alemã de Natal
Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: A árvore decorada faz parte do ambiente natalino
Muitas famílias alemãs comem na ceia de Natal ganso recheado. Típicos da época natalina são também vários tipos de bolachas e biscoitos.
Com a vida agitada na sociedade moderna, não serão todas as alemãs que fazem as deliciosas plätzchen, bolachinhas dos mais variados formatos e enfeitadas com todo capricho. Mas dona de casa que se preze sempre passa algumas horas na cozinha em dezembro, assando suas próprias bolachas e biscoitos. Principalmente se tem filhos, que não perdem a oportunidade de ajudar a cortá-los com as forminhas e, depois, decorá-los.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Crianças curtem cortar e decorar as bolachinhas, aliás, servem para consumo próprio, para oferecer às visitas ou então, embaladas com bom gosto e imaginação, para se dar de presente.
Em vez de peru, ganso assado

Ganso assado não é somente um prato festivo para a noite de Natal na Alemanha. Todos os anos, ele faz parte do cardápio da nação desde 11 de novembro, dia de São Martinho. Conta-se que o santo que não queria ser bispo se escondeu entre os gansos, quando foram buscá-lo, mas as aves delataram o seu esconderijo com seu alarido.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Castanhas e maçãs fazem parte do recheio

Principais Ingredientes
Pães

Na Alemanha, o pão é sem duvida o alimento básico. Viajando pelo país, podemos encontrar em toda a Alemanha cerca de 400 qualidades de pão diferentes e cerca de 1200 variedades de pãezinhos

Porco

Ao longo dos séculos foi sempre um recurso ideal de carne, servindo simultaneamente para aproveitamento de restos. Na idade média, o porco ficava solto nas pastagens e nos pátios das quintas mas, a partir do século XIX, começou a ser engordado nos currais, pois a banha era muito procurada. Só depois da segunda guerra mundial, e para responder a novos hábitos alimentares, começaram a ser criados porcos mais magros. Estes tinham metade da quantidade de toucinho dos seus antepassados, em compensação possuíam mais carne e dezesseis em vez de doze costelas. O assado de porco, quase sempre da perna, é a refeição de domingo ou do dias festivos em muitas regiões da Alemanha.

Salsichas

As salsichas desempenham um papel muito importante na economia doméstica dos alemães, cortadas em rodelas e simplesmente comidas com pão. Por outro lado as salsicharias não se cansam de criar novos tipos de salsichas, até mesmo a salsicha de carne decorada com desenhos de animais, própria para crianças. As salsichas são normalmente feitas com carne, toucinho, miudezas, sal e outros temperos. Os outros ingredientes são cortados muito miúdos, bem misturados e introduzidos em tripa.

Batatas

No final do século XVI já existiam na Alemanha batatas, embora ainda só como belas plantas ornamentais nos jardins dos mais abastados. O verdadeiro valor deste tubérculo só foi descoberto nas regiões sul e oeste da Alemanha durante a guerra dos 30 anos (1618-1648), enquanto que a Prússia só chegou por volta 1720, levado pelos agricultores do Palatinado. Mais tarde, o rei da Prússia, Frederico II (1740-86), alcunhado o "Velho Fritz", incentivou o cultivo em grande escala desta planta a fim de mitigar a fome que reinava por todo o país. A salada de batata, conhecida como Kartoffelsalat, é hoje popular por todo o país.

Couves
Um legume muito apreciado pelos alemães é a couve, o que deu origem ao facto de terem no estrangeiro a alcunha de couves, "Krauts". A couve branca, também conhecida como repolho, tem um papel importante (Chucrute, em alemão Sauerkraut).

Torta ou bolo doce
Estas tortas, em geral bonitas demais para serem comidas, despertam na fantasia dos pasteleiros combinações tão requintadas e decorações tão esmeradas que acabam por se tornar verdadeiras obras de arte. As crianças ficam de boca aberta só de ver as tortas em cima da mesa. Para aniversários são enfeitadas com velas, para casamentos com um par de noivos e, quando se trata de festejar um jubuleu, com o respectivo numero de anos. Uma das mais populares é a bolo de cerejas da Floresta Negra.

Vinhos
Para uma Europa representada classicamente pelos vinhos tintos italianos, franceses, espanhóis e portugueses, a viticultura alemã oferece uma alternativa em que ocorre a predominância dos vinhos brancos. Grosso modo, os atuais vinhedos da Alemanha acolhem 65% de castas brancas e 35% de tintas. Dentre as brancas destacam-se Riesling, Müller-Thurgau, Silvaner, Kerner, Scheurebe e Bacchus.

Todos os anos, no mês de Outubro, tem lugar em Munique uma gigantesca festa popular: a Oktoberfest. Para a maioria dos milhões de visitantes. A cerveja bebe-se em Masskrügen, canecas que contem um litro de cerveja. O jeito de segurar a caneca de vidro aprende-se da mesma forma que se aprende o hino entoado nas enormes tendas pelos músicos trajados a rigor: ``Ein Prosit, ein Prosit der Gemütlichkeit´´ (um viva ao bem-estar). A cerveja é uma bebida de culto não só na Baviera, mas em toda a Alemanha. Estatisticamente em 2007, cada alemão, incluindo idosos e crianças, consome 112,5 litros por ano, no entanto o consumo per capita tem vindo a decrescer (em 1999 o consumo era de 127,5 litros). O vinho (20 litros por ano e por pessoa) fica em segundo lugar e a uma razoável distância da cerveja. Só o café é ainda mais apreciado pelos alemães (200 litros). Existem na Alemanha cerca de 5000 tipos de cerveja que, segundo o compromisso de pureza de 1516, só são fabricados a partir de quatro ingredientes. A base para o fabrico da cerveja alemã é o malte de cevada e, por vezes, o de trigo. O amido contido no malte é o elemento que dá origem ao álcool e ao anidrido carbônico, sendo à base da cerveja. Além disso, temos o lúpulo, a que se deve o sabor um pouco amargo da cerveja que serve para aumentar a sua durabilidade. Acima de tudo, é o lúpulo que determina o tipo de cerveja: dependendo do lúpulo usado e da respectiva dosagem, assim se obtem uma cerveja mais suave ou mais acre. O terceiro elemento é a levedura, da qual se distinguem dois tipos principais: a levedura para fermentação a temperaturas mais altas e a levedura para fermentação a temperaturas mais baixas. A primeira é mais antiga, fazendo-se fermentação a temperaturas entre os 15 a 20°C, enquanto a segunda necessita de temperaturas entre os 5 e os 10°C, sendo esta a razão porque antigamente a fermentação só era feita no inverno ou em temperaturas mais altas. E finalmente a água: a calcária é mais adequada para cervejas escuras e as minerais para cervejas claras.

GRANDE CHEF

José Edmilson Filho

Ontem a noite eu e meu marido decidimos sair para um jantar agradável, entre muitas possibilidades, pois Manaus já tem vários restaurantes onde podemos encontrar um ambiente charmoso e com gastronomia saborosa, escolhemos Cantina Di Fiori, local este que já haviamos ido outras vezes. Foi tudo de bom, com um deliciosos vinho Italiano.

CARDÁPIO

ENTRADAS
Caponata (antipasto de beringela)
Manteiga
Massa de pizza crocante
Sardela
SOPA
Capeletti in brodo

MASSAS
Espaguete à bolonhesa
Lasanha à bolonhesa
Lasanha de bacalhau
Nhoque aos 4 queijos
Nhoque à bolonhesa
Ravióli de mussarela de búfala com manjericão
Rondelli de presunto e queijo
Rodelli de frango defumado
Talharim Dom Lorenzi (picante)

SOBREMESA
Tiramissú

Tudo isso Assinado pelo talentoso Chef José Edmilson Filho

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

CHOCOLATE


HISTÓRIA DO CHOCOLATE

            A árvore do cacau – a Theobroma cacao foi descoberta na america do sul e começou a ser cultivada no seculo VII pelos Maias, que com ela fizeram grande negócio, nomeadamente usando sua cápsula como moeda de troca. Em 1502, Cristivo Colombo levou-a para Espanha; porem, esta só começou a ser utilizada quando Cortés divulgou a receita do xocotlatl, uma bebida feita de água fria e capsula de cacau, tostada e esmagada, consumida pela corte mexicana de Montezuma. Baunilha , especiarias, mel e açúcar foram adicionadas a esta infusão espessa, para lhe disfarçar o sabor amargo. Com o tempo, passou a ser servida quente. Acreditava-se que o cacau um sem-número de doenças e que estimulava a produçao de energia.
            No seculo XVII, o cacau tornou-se popular em toda Europa: a França foi o primeiro país a deixar-se encantar pelo seu charme, seguido nda Holanda, tendo Amesterdã se tornando o segundo maior porto de comercializaçao do cacau. Da Alemanha, Norte da Escandinávia e Itália.
            Em meados do século XVII, o cacau chega a inglaterra e rapidamente, as casas de chocolate entraram em copetição com as recém estabelecidas boutiques de café.
            No início do século XIX, o químico holadês Coenraad Van Houten inventou uma prensa que conseguia extrair a gordura da capsula do cacau e desenvolveu um método de neutralizar os ácidos. Deste modo, foi capaz de produzir a manteiga de cacau quase pua e um bolo duro que podia ser reduzido a pó e usado como codimento. Em consequencia, o chocolate passou a poder ser comido e bebido.
            Em 1847 nasce em Inglaterra a casa de chocolate Fry e estabelecem-se as famosas companhias de chocolate na suíça. Em 1875, o chocolate era combinado com leite condensado para produzir o primeiro chocolate de leite. Na mesma época, lindt encontrou forma de tornar o chocolate mais cremoso, produto que até hoje está associado a empresa que fundou.
            Existem cacaueiros na Africa, nas Indias Ocidentais, nas zonas tropicais das Américas e no Extremo Oriente. Após colhidas, colhidas as capsulas de cacau são deixadas ao sol para desenvolver os eu sabor achocolate, sendo depois descascadas e os grãos processados para produzir o solido de cacau. Por fim, é extraida e processada a manteiga de cacau para obter o chocolate em todas as suas combinações.

  1. CACAUEIRO

            THEOBROMA CACAU O cacaueiro ( " Theobroma cacau" theobroma, significando , em grego, alimento dos deuses }.

A ÁRVORE:             E uma árvore equatorial a tropical (encontrasse numa faixa geográfica entre 20" latitude sul a 20'latitude norte ) que prefere altitudes entre 400 a 700 metros do nível do mar, a que se desenvolve melhor a sombra de árvores maiores. Precisa de chuvas regulares, solo profundo a fértil. É uma árvore frágil, delicada, sensível a extremos climáticos, a muito vulnerável à pragas a fungos. Sua altura atinge entre 5 e 10 metros na maturidade, a os primeiros frutos podem ser colhidos mais ou menos 5 anos após o plantio. A árvore se torna adulta aos 10 anos, e pode, em circunstâncias excepcionais, produzir até os 50 anos de idade.

FLORES: flores pequenas brotam nos galhos e no tronco da árvore e precisam de 5 a 7 anos para se transformarem em frutos maduros.

OFRUTO: O tamanho da fruta madura varia entre 15 a 30 centímetros de comprimento por 8 a 13 de largura a ela tem formato ovalado. Cada fruto contém entre 20 a 40 sementes envoltas numa polpa macia de cor marrom embranquecida. Quando da safra, o cacau é colhido, aberto, as sementes são separadas, fermentadas e secadas.

INÍCIO DO PROCESSO: A fruta deve ser tratada imediatamente após sua colheita, para evitar o apodrecimento. Vinte a quatro horas após a abertura da fruta começa o processo de fermentação, cujo objetivo é livrar a semente de sua mucilagem, destruir o embrião (para evitar a germinação da semente) a provocar reações químicas a enzimáticas na pane interna das sementes.

FERMENTAÇÃO: É feito em barcaças de madeira apropriadas, a dura entre 3 e 8 dias. É uma etapa muito importante para se obter uma amêndoa de qualidade. Após a fermentação, o cacau ainda contem água demais, cerca de 60%, a esta água precisa ser removida.

SECAGEM: Nesta fase o cacau a espalhado ao sol a mexido regularmente para manter as sementes arejadas a não permitir a formação de bolor. A secagem natural, ao sol, propicia um cacau de qualidade. E totalmente desaconselháveis (inclusive inaceitável ) a secagem artificial, tal como calor do fogo a lenha, pois deixa a amêndoa com cheiro de fumaça. Uma vez seco, o cacau é ensacado em sacas de 60 quilos cada e despachado para armazéns ou fábricas processadoras.

  1. ETAPAS DE FABRICAÇÃO

LIMPEZA: começa com a eliminação de impurezas ( 1.0 a 1.5% do peso total ), tais como fiapos das sacas, pedaços de galho, pedrinhas, areia, etc. Isto é feito mecanicamente através de um sistema de escovas e peneiras.

TORREFAÇÃO: Cujo objetivo principal e o desenvolvimento do aroma. Também facilita a descascagem. Este processo é totalmente automatizado.

RESFRIAMENTO: Após a terrefação as amêndoas passam por um resfriamento rápido para evitar a queima interna das sementes.

DESCASCAGEM: É onde as cascas são retiradas a eliminadas e sobra, finalmente, o NIB, ou seja, o cerne da semente limpo.
MOER: Em seqüência os nibs são moídos quando passam por rolos de diversos tamanhos até se obter uma massa de partículas finas ( 20 a 30 microns ) chamada de pasta, massa, ou licor de cacau. Essa massa pode ter dois destinos diferentes: a fabricação de chocolate em pó ou a produção de chocolate.

FABRICAÇÃO DE CHOCOLATE EM PÓ: A massa passa por uma prensagem hidráulica ( 350 a 530 bars ), que resulta, de um lado a manteiga de cacau, e de outro uma torta de cacau. A manteiga de cacau, considerada o subproduto mais nobre ( e caro) da prensagem, tem uma tonalidade amarelo/clara, a possui um odor comparável ao chocolate, com a vantagem de não se tornar rançoso a ter boas características de conservação. Tem também a qualidade organoléptica de passar do estado líquido ao estado sólido sem alterações na sua natureza física. Liqüidifica-se a cerca de 37 graus centígrados. A torta passa por mais um processo de moagem para se obter um pó fino de variadas granulações. Este pó pode ser alcalinizado para torná-lo mais solúvel.

FABRICAÇÃO DE CHOCOLATE: Na fabricação do chocolate é usada a massa de cacau, açúcar, manteiga de cacau, e, possivelmente, leite. Todo fabricante tem, para cada um de seus produtos, uma formulação própria, onde a proporção dos ingredientes varia conforme o produto final. A fabricação de chocolate é composta de cinco etapas básicas: malaxação, refino, conching, tempera, a modelagem.

            Na malaxação: a massa de cacau a misturada com as outras matérias primas em uma masseira. A mistura a malaxada até obter-se uma massa homogênea.
            No refino: essa massa passa por moedores que reduzem as partículas da mesma a 15/ 20 microns.
            Conching: uma operação crucial pois da ao chocolate toda sua firmeza a suntuosidade. E uma operação demorada : pode durar de 12 horas até 5 dias. Um conche é um recipiente enchido com os grânulos do metal, que agem como moedores. A massa refinada e misturada do chocolate é mantida em um estado líquido pelo calor de fricção. O chocolate antes do conching tem uma textura desigual e gritty. O processo do conching produz as partículas do cacau e do açúcar menores do que a lingüeta pode detectar, daqui a sensação lisa na boca. O comprimento do processo do conching determina a lisura e a qualidade finais do chocolate. O chocolate de alta qualidade é conched por aproximadamente 72 horas, poucas classes aproximadamente quatro a seis horas. Depois que o processo está completo, a massa do chocolate está armazenada nos tanques aquecidos a aproximadamente 45-50°C  até processar final.

            Tempera: o chocolate é temperado para passar do estado líquido para o estado sólido, através de um processo de cristalização.

Cristal
Temperatura de derretimento.
Notas
I
17°C
Macio, crumbly, derrete demasiado fàcilmente.
II
21°C
Macio, crumbly, derrete demasiado fàcilmente.
III
26°C
A empresa, pobres agarra, derretimentos demasiado fàcilmente.
IV
28°C
A empresa, pressão boa, derrete demasiado fàcilmente.
V
34°C
Lustroso, empresa, a mais melhor pressão, derrete perto da temperatura de corpo (37°C).
VI
36°C
Duramente, semanas das tomadas ao formulário.

            Modelagem: onde o chocolate a moldado a passa por um túnel de refrigeração (10/12 graus centígrados ). Na saída do túnel o chocolate é desmoldado.
Todo este processo a altamente delicado - qualquer descuido, principalmente na fase de conching a tempera pode ocasionar a perda de um lote.

  1. TIPOS E VARIEDADES DE CHOCOLATE

TIPOS: Existem hoje no mercado basicamente três tipos de chocolates: o Nobre, o Hidrogenado e o Fracionado
            NOBRE: É aquele que contém alto percentual de manteiga de cacau em sua composição. Pode-se dizer que é o único chocolate verdadeiro, puro. É encontrado no mercado nas versões: ao leite, meio amargo, amargo (alguns fabricantes), blend (mistura de ao leite com meio amargo) e branco. Para facilitar o manuseio, garantir o brilho e conseguir uma textura que o faça derreter na boca, esse chocolate deve passar pela temperagem antes do emprego.

HIDROGENADO : (Cobertura)É aquele que leva na embalagem, o título de cobertura. É encontrado facilmente no mercado e é mais barato. Nesse tipo de chocolate, parte da manteiga de cacau é substituída por óleo extraído de soja. Ele é mais fácil de trabalhar pois dispensa a temperagem, porém não tem o sabor e a textura do chocolate nobre. É indicado para fazer decorações.

FRACIONADO: (Cobertura) Como os hidrogenados, também são coberturas. A diferença entre eles é que os fracionados são feitos com gordura extraída de um coco denominado palmisde. Tem mais sabor de leite e textura mais aveludada. É ótimo para se ter mais economia nas preparações banhadas com chocolate, devido a sua textura mais fluida, permitindo casquinhas mais finas. Dá mais estrutura para se trabalhar e seca rápido. Como o hidrogenado, também dispensa o processo da temperagem. Indicado para banhar e para decoração tipo arabescos.

VARIEDADES

De Leite - É composto por massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite em pó (568Kcal/100g)
Amargo - Chocolate muito pouco refinado, composto apenas por massa de cacau e manteiga de cacau. Caracteriza-se pela cor escura e paladar amargo
Meio-amargo - Também apresenta coloração escura por não levar leite, mas contém açúcar, o que suaviza o sabor (550Kcal/100g)
Branco - Feito com manteiga de cacau, açúcar e leite (549Kcal/100g)
Alvo - É mais claro que o branco convencional, pois passa por uma técnica de branqueamento extra que trata a manteiga de cacau
Colorido - É composto por manteiga de cacau, açúcar, leite e corantes especiais importados
Diet de leite - É composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (usados em substituição do açúcar) e vanilina (473Kcal/100g)
Diet branco- Feito com manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol, sacarina e vanilina.
Chocolate em pó - amêndoa de cacau ralada destituída da manteiga de cacau. Pode ser amargo, e aí possui o nome de cacau em pó, meio amargo e doce (não confundir com chocolate solúvel para misturar no leite)
Chocolate para cobertura - Com alto índice de manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade e que facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. São comercializados em três tipos: meio amargo, branco e comum (leite) (567Kcal/100g)

  1. CURIOSIDADES

Chocolate diet é menos calórico do que o normal?
Se você deseja eliminar ou manter peso, não se iluda achando que poderá esbanjar de chocolate diet. Este produto é destinado especialmente para pessoas diabéticas, pois ele não contém açúcar na composição. Assim, no lugar deste ingrediente, a gordura é adicionada e dependendo do fabricante do chocolate, ele poderá ter valor calórico menor, igual ou maior do que o normal, além do sabor ser diferente do chocolate normal, devido à adição de adoçantes. Portanto, se você está de olho no seu visual, a dica é escolher o chocolate que você mais gosta e consumi-lo moderadamente.

Chocolate meio amargo contém menos açúcar que o ao leite?
Não. Embora muitas pessoas acreditem que o chocolate meio amargo tenha sabor levemente amargo porque é fabricado com menos açúcar do que o chocolate ao leite, isso não é evidente. O chocolate meio amargo possui maior quantidade de massa de cacau e não contém leite, o que lhe garante sabor característico e coloração mais escura, se comparado com o ao leite.

A vontade de comer um chocolate não passa com outro doce.
A química que ocorre entre o chocolate e o nosso prazer é especial. O chocolate vicia devido a um de seus componentes básicos, o aminoácido feniletilamina, precursor da serotonina, substância que fabricamos em situações de felicidade.
Desejo de chocolate é diferente da vontade de comer geléia, pudim, goiabada, gelatina ou qualquer fruta. Quando o corpo descobre que existe o chocolate, que ao mesmo tempo em que dá energia, relaxa as tensões, passa a pedir este alimento, muitas vezes de forma imperativa, fazendo o desejo vencer a razão. Este sinal denuncia o chocólatra. É comum iniciar o vício do chocolate na Páscoa ou quando se chega de uma viagem onde se compra chocolates a mais para serem estocados em casa. Se diariamente, em uma determinada hora, você comer 30g de chocolate, ao final de uma dezena de dias, se você não comer, o corpo pede. O chocolate, antes de dormir, recupera nossas forças e ajuda a embalar o sono. Não é difícil para o chocólatra comer uma caixa de bombom em pouco tempo.O cacau contém substâncias chamadas fenóis ou flavonóides, os mesmos antioxidantes encontrados no vinho tinto. Estudos feitos na Universidade da Pensilvânia-EUA mostram que consumidores diários de 30 a 50 g de chocolate com alta concentração de cacau (56 a 85% ou seja, chocolate amargo ou extra amargo) apresentam menores índices do chamado mau colesterol (fração LDL). No cérebro, o chocolate eleva os níveis de serotonina e feniletilamina melhorando o ânimo e disposição geral. Além de conter gordura e carboidratos, o chocolate contém alguns minerais como ferro, potássio, cobre, manganês e magnésio. Quando há deficiência de magnésio, comum no período pré-menstrual, há um aumento do desejo de comer chocolate. Possui também a capacidade de estimular a produção de serotonina, responsável pelo bom humor, ajudando a combater a ansiedade e depressão.Os compostos polifenóis presentes no chocolate, também chamados de flavonóides, são potentes antioxidantes, pois impedem que o LDL-colesterol (o colesterol “ruim”) seja oxidado e que se deposite nos vasos sangüíneos, que bloqueiam as artérias. Por isso, o consumo de chocolate tem sido associado à redução do risco de doença cardiovascular em estudos epidemiológicos. Os antioxidantes são substâncias que protegem contra a oxidação normal dos tecidos do corpo, que nada mais é do que os famosos vilões: radicais livres. Segundo British Medical Journal, o chocolate também auxilia o sistema imunológico, prevenindo o aparecimento de câncer.O lado bom dessa tentação não pára por aí. Um pequeno pedaço de chocolate preto por dia melhora o fluxo arterial e beneficia a saúde vascular. Em um relatório apresentado na reunião anual da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos, em Chicago, cientistas afirmaram que o chocolate escuro, em pequenas quantidades, pode reduzir o risco de um ataque cardíaco por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas e de obstrução dos vasos sangüíneos. O sistema nervoso também sai no lucro a cada boa mordida. Os flavonóides, antioxidantes encontrados nas sementes do cacau, têm poder de aumentar o fluxo de sangue no cérebro e fazê-lo funcionar melhor.

GASTRONOMIA JAPONESA


Apresentação dos pratos
A culinária japonesa é uma arte muito delicada. Formas e cores compõem os pratos servidos em
travessas laqueadas, cerâmica trabalhada, bambu trançado, ou madeira decorada. Em qualquer
refeição os ingredientes são perfeitamente combinados e apresentados com visual magnífico. No
caso dos sushis, capriche na apresentação. Escolha um prato bonito, de preferência liso para
contrastar com as cores e formas dos sushis. Sirva com fatias de gengibre agridoce que ajuda a
neutralizar o paladar do peixe. Para dar mais sabor aos sushis e ajudar a compor o visual, utilize
o gergelim. O wasabi (raiz forte) e shoyo (molho de soja) também são acompanhamentos
obrigatórios.
Materiais Necessários
Tábua para corte
Facas para corte de sushi e sashimi
Esteira de bambu (Sushimaki, sudare ou makisu)
Recipiente de vidro, louça ou madeira para o tempero do arroz (hanguiri)
Toalhas brancas ou panos de pratos úmidos
Palito de dente para espetar o camarão
Tijelinhas com água para molhar as mãos (Chawan mushi)
Espátula para misturar o tempero no arroz (chamoji)
Hashi
Travessas baixas ou barcas para montagem e decoração dos pratos
Moedor de gergelim
Filme plástico
Ingredientes para o preparo do sushi
Arroz tipo Japonês
Algas – Nori
Gengibre em conserva
preto e marrom)
Gomá: Gergelim torrado (branco,
Maionese
Shoyu - Molho de soja
Vinagre de arroz
Açúcar
Sal
arroz)
Sake de cozinha (próprio para temperar o
Peixes: salmão, camarão, kani.
mamão, morango, etc.
Frutas: abacate, kiwi, manga, maçã,
nabo em conserva para o sashimi
Legumes: pepino japonês, cenoura, palmito,
Verduras: alface, cebolinha, cheiro verde.
shitake, Shimeji
Opcional: ovas de salmão, cogumelo
Ovo para omelete
Óleo de soja
Farinha de rosca especial
Farinha de trigo
Papel toalha
Saco de gelo
Óleo de gergelim

PreparaçãoPreparação:
Organize todos os materiais de forma que tudo fique ao seu alcance. Em primeiro lugar, antes de
fazer qualquer outra coisa, você deve fazer o Su (molho para temperar o arroz), depois faça o
arroz, assim que o arroz estiver pronto tempere-o imediatamente, o molho pode estar quente ou
frio, não importa, mas o arroz deve estar sempre quente, o tempero não pega no arroz frio.
Enquanto o arroz temperado esfria, entre uma mexida e outra, vá cortando os legumes e frutas.
Por último você vai cortar os peixes. O nori (alga marinha) deve ficar o tempo todo na sua
embalagem fechada, só retire uma folha quando for fazer os enrolados, pois se ficarem expostos
por muito tempo vão amolecendo e ficando murchos.

Preparo do Su (tempero de vinagre) para o arroz:
Ingredientes para temperar 10 quilos de arroz:
1 ½ litro de vinagre de arroz (2 garrafas de 750ml).
1 K de açúcar (1 pacote inteiro)
150g de sal (1xícara de chá cheia de sal)
500ml (1 garrafa) de sakê de cozinha, próprio para o molho do shari, opcional para dar brilho e
acentuar o sabor.
Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes em uma panela e misture bem até que o açúcar e o sal estejam
dissolvidos, então, leve ao fogo até levantar fervura, desligue e reserve. O Su (tempero de vinagre)
pode estar frio, morno ou quente para temperar o Gohan (arroz sem tempero), não importa, só não
pode estar gelado.

Preparo do Gohan (o arroz sem tempero, só cozido):
Lave muito bem o arroz com movimentos leves, até que a água escorra quase transparente, não
esfregue o arroz entre as mãos, isso quebra os grãos e deixa o arroz com um aspecto feio. Você pode
encontrar dois tipos de arroz, o de safra nova (shin mai) ou de safra antiga. O arroz de safra
nova é mais mole, o de safra antiga é mais duro, portanto precisa de mais água.

Preparo do arroz
Depois de lavar, escorra totalmente a água, coloque na panela para uma medida de arroz a mesma
medida de água. Ex.: se colocar 4 copos de arroz, coloque 4 copos de água, se for fazer apenas 2
copos de arroz, coloque 2 copos de água. Não é necessário fritar o arroz, nem colocar tempero
algum, são somente água e arroz.
Após colocar a água e o arroz na panela, a forma de preparo é a seguinte:
Supondo que estejam sendo feitos 4 copos de arroz
Tampe a panela e leve ao fogo alto por cerca de 10 minutos, até que a água ferva.
Verifique se a água ferveu, mantenha a panela tampada, abaixe o fogo e deixe cozinhas em fogo
baixo por cerca de 10 minutos, até que a água seque. Veja se tem água borbulhando em volta do
arroz, puxe o arroz do fundo da panela com um garfo e verifique se está brilhante, caso esteja
brilhante tampe e espere mais um pouquinho, se houver só um resíduo branco o arroz já está seco,
desligue o fogo.
Deixe a panela tampada, com o fogo desligado, por 10 minutos, para terminar o cozimento do
arroz no próprio vapor. São, aproximadamente, 10 minutos para cada coisa, dependendo da
panela e do fogão.
10 minutos com o fogo alto, para ferver a água
10 minutos com o fogo baixo, para secar a água
10 minutos com o fogo apagado, só para terminar o cozimento no próprio vapor.

Preparo do Shari (o arroz já temperado)
Coloque o gohan (arroz pronto e sem tempero) em uma vasilha de vidro, plástico, ou de madeira
(hanguiri: travessa redonda e larga, feita de madeira, própria para temperar o arroz). Com o
gohan ainda quente espalhe o Su (tempero de vinagre) em toda superfície revolvendo-o
delicadamente com movimentos de baixo para cima em seguida faça movimentos como se tivesse
cortando os blocos de arroz. Após ter colocado todo o tempero, repita os movimentos de corte e
revolva o gohan periodicamente até que ele esfrie completamente. O Shari (arroz já temperado)
deve ficar com aspecto brilhante e não empapado. Cubra a vasilha com um pano úmido até a hora
de usar, para o arroz não ficar ressecado.
Para cada 1 quilo de arroz (4 copos de requeijão cheios de arroz cru) depois de pronto, você deverá
usar 300ml (1 copo de requeijão mais 2 dedinhos) do tempero.

Preparo do Tamago yaki (omelete):
Ingredientes:
2 ovos
1 colher de sopa rasa de açúcar
1 colher de chá rasa de sal
1 pitada de hondashi (opcional)
1 fio de saque (opcional)
Bater ligeiramente tudo, sem fazer espuma, fritar em uma frigideira, de preferência quadrada e
antiaderente, própria para fazer essa omelete, se não tiver pode fritar em uma frigideira comum,
mas com anteaderente para não grudar, depois corte em tiras de 2 cm de largura
aproximadamente. Para fazer niguiri-zushi de tamago corte as tiras de 2 cm de largura por 5 cm
de comprimento aproximadamente. Aproveite as rebarbas para fazer hossomaki e futomaki.

Corte dos legumes e frutas:
Legumes: devem ser cortados em tiras bem finas, aproveitando-se apenas a polpa, desprezar o
miolo e sementes. Pode-se usar: pepino japonês, cenoura, nabo, etc.
Frutas: não devem ser muito maduras, devem estar firmes, cortar em tiras tipo batata palito.
Pode-se usar: abacate, manga, kiwi, carambola, morango, etc.

Corte dos peixes:
Os peixes devem ser sempre frescos e limpos, dispense as espinhas e o couro, deixando apenas o filé.
Tanto para cortar sashimi, quanto para cortar o netá (filé) para sushi o corte deve ser feito contra
as fibras do peixe, elas devem ser identificadas nas laterais do filé que se deseja cortar, elas
estarão assim //// ou assim \\\\.
Divida o filé ao meio, na horizontal, separe a parte mais baixa, mais magra do filé para fazer o
sushi, a parte mais alta, mais gorda do filé será usada para o sashimi.
Você deve dividir o filé ao meio, usando a linha da espinha como guia. A parte das costas do peixe,
a parte mais alta, chamada de lombo, você utilizará para os filés de sashimi. A parte da barriga, a
parte mais baixa, mais fina do peixe, você usará para fazer os filés que cobrirão os bolinhos de
arroz, os sushis.

Corte para Sushi
Você deverá usar a parte da barriga, a parte mais baixa do filé.
1a. regra: Pele para baixo
2a. regra: O corte deve ser feito na lateral do peixe, não na extremidade. Meça na lateral um pedaço
de uns três dedos de comprimento, mais ou menos, e corte uma posta, como a que você recebeu
para cortar no curso.
3a. regra: O movimento de corte é feito da direita para a esquerda (destros segurando a faca com
a mão direita) puxando a faca para você, para dentro, e o corte deverá ser feito no lado esquerdo do
filé, onde está a gordura branca (lembre-se de não usar a gordura branca). Canhotos o contrário,
o movimento de corte é feito da esquerda para a direita, puxando a faca para você, para dentro e o
corte deverá ser feito no lado direito do filé, onde está a gordura branca.
(bolinho de arroz, coberto com peixe):

Corte para Sashimi:
Você deverá usar a parte mais alta do filé, a parte das costas, do lombo. Neste caso não é preciso
medir e cortar em postas, pegue o filé inteiro, coloque-o na posição correta, conforme as regras a
baixo, e corte até o final do filé.
1a. regra: Pele para cima
2a. regra: O movimento de corte é feito da esquerda para a direita, no lado direito do filé (destros
segurando a faca com a mão direita), ou da direita para esquerda, no lado esquerdo do filé
(canhotos segurando a faca com a mão esquerda), como se corta bife, picanha.
3a. regra: O corte deve ser feito na extremidade do peixe, na ponta do filé, não na lateral do peixe,
como foi feito o sushi, faça o corte reto quando o filé tiver uma altura boa.
4a. regra: Corte sempre contra as fibras, olhe as fibras da lateral do peixe, aquelas que estão
voltadas para você, ou as setinhas que ficam sobre o filé, elas devem apontar para a direita
>>>>, se você for destro, ou para a esquerda <<< se você for canhoto. Para não esquecer, faca
na mão direita, setinhas das fibras apontando para a direita>>>>>, corte no lado direito do
filé. Para canhotos, faca na, mão esquerda, setinhas das fibras apontando para a
esquerda<<<<<<, corte feito no lado esquerdo do filé.

Camarão:
Deve ser de tamanho médio. Retire a cabeça. Lave bem, espete com palitos de bambu na parte
inferior do camarão entre a casca e a carne, em direção ao rabo, coloque em água fervente por 7
minutos. Desligue o fogo e esfrie rapidamente em água bem fria, retire os palitos com cuidado
para não quebrar. Tire a casca deixando o rabo, limpe e seque.

Variedades do Sushi
Existem vários tipos de sushi ou variações, entre eles: niguiri-zushi, maki-zushi, uramaki, hossomaki,
futomaki, os mais conhecidos, e assim por diante.

Nigiri-zushi
kani. Os filés de peixe devem ser cortados no tamanho de 7cm por 3cm, aproximadamente.
Molhar as mãos para o preparo dos bolinhos.
- o bolinho de arroz é coberto, na maioria das vezes, por peixes, camarões, polvo,

Tipos de Niguiri Zushi:
Ama-ebi - camarão cru
Borá - tainha
Ebizushi - camarão cozido
Hamati ou buri - olho de boi
Hiramê - linguado
Iká - lula
Ikurá, Tobikô - ovas de peixes
Kani - carne de peixe cozida e prensada com aroma artificial de siri
Magurô - atum
Shake - salmão
Suzuki - robalo
Tai - pargo
Tako - polvo
Tamago - omelete
Toro - barriga de atum
Maki-zushi - sushi enrolado por nori (alga industrializada) e no seu interior leva ingredientes
preparados, que, conforme o alimento usado ou maneira como foi feito, recebe um nome diferente:

Tipos de Maki
Califórnia Maki:Abacate ou manga, kani, pepino, gergelim
Uramaki: sushi enrolado ao contrário, no qual o arroz fica na parte externa do maki. Recheio:
kani, palmito, ou manga, pepino, alface, gergelim, maionese.
Futomaki - sushi enrolado por uma quantidade e variedade maior que os hossomaki, e como o
nome já diz, é um maki gordo. Recheio: kani, kampo (tiras de cabaça), omelete japonês, cenoura,
pepino, cogumelo shitake.
Hossomaki - sushi enrolado por uma quantidade pequena de ingredientes e que, como seu nome
já diz, é um maki fino. Desse tipo de sushi, existe uma variedade enorme de makis.
Kappa-maki: recheio de pepino e wasabi.
Tekka - Maki: filé de atum ou salmão e wasabi. Kani-maki recheio de kani.
Takuan Maki: recheio de nabos em conservas.
Temaki-zushi - é um sushi enrolado a mão por uma folha de alga que fica no formato de um
cone, no qual seu recheio pode ser escolhido na preferência da pessoa que se serve. Seu visual e
sabor diferem-se muito dos outros tipos de maki, pois, nesse caso, deve ser comido logo após o
preparo para que se aprecie a alga ainda crocante.

Glossário:
Aji: Carapau
Agar: Chá verde servido ao final da refeição.
Arigato Goza Imassu: Muito Obrigado.
Buri: Olho-de-boi
Biru: Cerveja.
Chamoji: Colher para arroz
Daikon: Nabo.
Dashi: Caldo básico de peixe
Dorayaki: Panqueca com recheio de massa doce de feijão.
Ebi: Camarão
Futomaki: enrolado gordo, grosso
Gari: Gengibre curtido e temperado.
Gohan: Arroz cozido sem tempero.
Goma: Sementes de gergelim (branco, preto ou marrom).
Guessô: Espetinho de lula
Hanguiri: Tina para temperar e misturar o arroz.
Hashi: Palitos de bambu utilizados como talheres.
Hatsu: Coração de frango
Hossomaki: Sushi enrolado fino.
Iká: Lula
Ikura: Ovas de salmão.
Irashai-Masse: Seja bem-vindo.
Itamae: Sushiman.
Kani: Caranguejo.
Kani-kama: Pasta ou massa de peixe com sabor de caranguejo.
Kai: Marisco branco
Kajiki: Martin ou atum branco
Kamaboko: Pasta de peixe
Katsuo: Bonito
Kyuri: Pepino tipo japonês.
Kombu: Algas marinhas desidratadas.
Kome: Arroz tipo japonês.
Lamen: Macarrão tipo chinês, amarelo fino.Um dos pratos mais populares do Japão.
Manaitá: Tábua
Magurô: Atum
Manjú: Bolinho recheado de massa, doce de feijão.
Massú: Anchova
Missô: Soja em pasta amassada fermentada.
Mizu: Água.
Nigiri: apertado
Nindim: Cenoura.
Nori: Folha de algas marinhas desidratadas.
Oshibori: Toalha quente umedecida com água.
Omosubi: Bolinho de arroz
Oroshi: Ralador
Sake: Aguardente fermentada a partir do arroz.
Sashimi: Fatias finas de peixe cru cortadas uniformemente, servidas com raiz-forte, nabo ralado
e molho de soja.
Shari: Arroz temperado para sushi.
Sekihan: Arroz mochi avermelhado, coloração esta, proveniente do feijão azuki.
Shiitake: Cogumelo grande, considerado pelos asiáticos como verdadeiro "elixir da vida",
indispensável na culinária japonesa, e cultivado na China há mais de mil anos.
Shitadai: Cardápio ou menu.
Shimeji: Cogumelo
Shoyu: Molho obtido da fermentação natural de soja e trigo em partes iguais.
Soboro: Pasta de filé de peixe colorida.
Shoga:Gengibre
Sudare: Esteira de bambu para moldar o sushi.
Sushi: Arroz servido em forma de rolinhos recheado por peixe cru ou frutas e legumes.
Tai: Pargo
Takuan: Nabo curtido colorido.
Tamago Yaki: Omelete japonês
Takenoko: Broto de bambu
Tako: Polvo
Tempura: Empanados fritos.
Tobiko: Ovas de peixe-voador.
Tofu: Queijo feito a partir da soja.
Tyawan: Tigela média.
Tokkuri: Frasco para sakê quente
Tyoko: taça para sakê quente
Tsukemono: Conservas
Udon: Macarrão branco, base de diversos pratos preparados com diferentes molhos.
Yokan: Massa de feijão gelatinada
Wasabi: Raiz forte.

Molho alternativo para sashimi
Ingredientes:
Shoyu
Limão
Mominji oroshi (preparo com nabo e pimenta vermelha; receita à baixo)
Hondashi (Hondashi é um tempero à base de peixe Bonito desidratado).
Cebolinha picada a gosto Mominji: são as folhas avermelhadas da época do outono.
Modo de preparo do mominji oroshi:
Descascar 1 nabo e cortar 1/3 dele. Limpar pimentas vermelhas, o suficiente para rechear o nabo,
cortando-as ao meio e retirando as sementes. Cavar um buraco no nabo e introduzir as pimentas.
Agora é só ralar. O avermelhado da pimenta se misturará ao branco do nabo dando um colorido
que lembra o Mominji.
Modo de preparo do molho:
Prepare o Mominji oroshi, esprema o limão sobre ele e depois vá misturando o hondashi, o shoyu e
por último a cebolinha verde.
Shoyu - molho de soja, é o tempero mais usado na cozinha japonesa.

Molho alternativo para sushi
Tare (molho agridoce, muito usado com o Salmão Skin, que é a pele do Salmão frita):
Ingredientes:
300ml de shoyu
100ml de saquê
200g de açúcar
1 dente de alho
1/4 de cebola
1 tira de cebolinha
Modo de preparo:
Corte o dente de alho em 4.
Corte 1/4 de cebola em 2 pedaços.
Corte em 4 pedaços uma tira de cebolinha verde.
Coloque na panela o Shoyu o saquê e o açúcar mexa bem para dissolver o açúcar.
Ligue o fogo baixo e coloque o alho, a cebola e a cebolinha verde, continue mexendo até que o
açúcar esteja dissolvido.
No começo parece que não vai dar certo, fica bem líquido, mas depois de uns 30 a 40 minutos em
fogo baixo o açúcar vai caramelando e o molho engrossando.
Tire do fogo um pouco antes do ponto, lembre-se que o molho continua engrossando enquanto
esfria. Coe para tirar a cebolinha, a cebola e o alho, e sirva.

Gari (gengibre em conserva)
Ingredientes:
1/2 kg de shooga (gengibre cru) cortado em fatias bem finas
1/2 litro de vinagre de arroz
350 g de açucar
1 xícara de sal
Modo de preparo:
Coloque o sal no gengibre e deixe descansar durante 2 horas. Conforme descansa, o sal desidrata
um pouco o gengibre, que acaba soltando líquido. Esprema bem este líquido, para tirar o excesso
de sal, e reserve. Leve ao fogo uma panela com o vinagre e o açúcar, quando levantar fervura junte
o gengibre e deixe ferver novamente por 5 minutos. Deixe amornar a mistura, coloque em um
vidro, tampe. Conserve em geladeira (dura aproximadamente 6 meses).

Sunomono (salada de pepino em conserva)
Ingredientes:
- 3 colheres (sopa) de vinagre de arroz
- 2 colheres (sopa) de shoyu (molho de soja)
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 4 colheres (sopa) de água
- 1 pepino japonês ou comum
- Gergelim torrado (opcional)
Modo de Preparo:
Corte os pepinos em rodelas bem finas. Passe um pouco de sal sobre eles. Deixe descansar por uns
15/30 minutos. Depois, numa peneira, passe em água corrente rapidamente, escorra e esprema
bem. Misture os 4 primeiros ingredientes em uma tigela (vinagre, shoyu, açúcar e água).
Adicione os pepinos escorridos e misture. Se quiser, dê uma provadinha e apure o gosto com
açúcar/sal/molho de soja. Coloque em tigelas pequenas do tipo para sopa.
Depois levamos à geladeira e servimos após 2 horas de descanso, também fica muito bom.
Experimente.

Joe
Ingredientes:
- 70 gramas de salmão para picar.
- 1 filé de salmão grande
- ovas de salmão (opcional)
- 1 colher de sobremesa de salsinha
- 1 colher de sobremesa de maionese
Modo de Fazer:
1. Pique o salmão (você pode misturar ou substituir pelo atum
também), misture-o com a maionese e a salsinha. Reserve este
patê.
2. Corte tiras de salmão finas. Elas vão envolver os bolinhos de
arroz no lugar das algas. O corte é o mesmo que fazemos para o
Niguirizushi (bolinho de arroz com peixe por cima).
3.Molde o bolinho. Nesse caso um pouco menor que o normal,
quase metade, porque o salmão que vai envolvê-lo é mais espesso
do que a alga. Envolva o bolinho com uma fatia de salmão.
4. coloque uma pitada de wasabi por cima do arroz. (opcional)
5. Cubra o bolinho com uma generosa porção do patê reservado. Enfeite
com 3 ovas de salmão, com muito cuidado e auxílio de hashis.

Gunkan Topical
Ingredientes:
- 120 gramas de arroz para sushi
- 02 bastões de kani-kama
- 01 bastão de pepino japonês
- 1/2 colher de sobremesa de cebolinha
- 01 colher de sobremesa de ovas de capelim - massagô (opcional)
- 1 colher de sobremesa de maionese (pode ser light)
- 8 tiras de nori (cada alga inteira deve ser cortada em 8 tiras na
horizontal)
- wasabi
Modo de Fazer:
1. Corte o kani bem fininho, do lado contrário da fibra, kani na horizontal e corte na vertical.
Faça o mesmo com o pepino e a cebolinha.
2. Acrescente a maionese a esses ingredientes e também às ovas. Misture tudo até que os
ingredientes fiquem bem distribuídos, formando uma massa homogênia.
3.faça o bolinho de arroz, como se fosse niguiri. Enrole com a tira de nori.
4. Passe um pouco de wasabi no arroz, e com o auxílio de uma colher, ou hashi e cololque uma
porção generosa do patê sobre o arroz.

Gunkan com Shimeji
Ingredientes:
- 350 gr de Shimeji
- 3 colheres de sopa de açúcar
- 25ml de saque (3 colheres de sopa)
- 1 pitada de sal
- 50 ml de shoyu (6 colheres de sopa)
- 20 gr de manteiga
- 1/2 colher de sopa de
cebolinha verde
Modo de Fazer:
1. Numa frigideira, derreta a manteiga.
2. Coloque o shimeji
3. Acrescente o açúcar, o sal, o saque e por último o shoyu.
4. Refogue por no máximo 5 minutos.
5. Tire da frigideira, polvilhe o shimeji com a cebolinha e misture.
6. Molde o bolinho de arroz e o envolva com a alga.
7. Passe um pouco de wasabi sobre o arroz.
8. Cubra o bolinho com o shimeji.

Salmão Skin
Ingredientes:
200 gr de pele de salmão
Para fritar a pele:
Numa frigideira, com anti-aderente, ou em uma chapa quente, colocar a pele com a parte da carne
para baixo. Não precisa de óleo, a própria pele do peixe já solta óleo. Deixar fritar até que fique
dourada, e não esteja grudando na frigideira, com o auxilio de uma espátula vire a pele para baixo
e deixe fritar até dourar. Deixe esfriar e é só usar.
Nori: São lâminas secas e finas de algas usadas nos "enrolados" e outros tipos de sushi ou como
condimento para o arroz. Devem estar crocantes para preparação dos sushis, para testar se estão
crocantes antes de comprar, dobre uma pontinha de uma folha se quebrar está crocante. Para
conservação: retire todo o ar do saquinho, de preferência aquele que tem zip lok, fechar bem e
guardar no congelador ou freezer, as algas não congelam e ficam conservadas por mais tempo,
quando fora da geladeira elas podem criar mofo se não estiver na temperatura adequada. Se na
hora que for usar o Nori estiver borrachudo, passa-lo rapidamente e com cuidado para não
queimar, pela chama do fogo baixo ou colocar em uma frigideira quente.
Wasabi: É um dos principais temperos japonês, parecido com pimenta. Feito de raiz forte
(Wasabi) costuma ser servido na forma de uma pasta verde, utilizada como condimento em
sashimis e sushis. De qualquer forma, wasabi é também muito usado em outros pratos japoneses.
É bactericida.
Saquê: É feito de arroz e água. Há vários tipos regionais de saquê. O sake como bebida pode ser
servido quente ou gelado. Costuma ser servido em pequenos potes ou em um recipiente especial
chamado massu, diferente do sake usado para o preparo do arroz, que é o sake de cozinha.
Gari - gengibre em conserva serve para limpar o paladar entre a degustação de um peixe e outro.
Como saborear o sushi: Ponha um pouco de shoyu em um pequeno prato. A maneira correta de
embeber o nigiri sushi é virá-lo de cabeça para baixo, com a parte do peixe cru para baixo. Poucos
tipos de nigiri sushi devem ser comidos sem o shoyu. No geral, você deve comer o sushi de uma
vez, colocando-o todo na boca. Você pode utilizar as mãos ou os hashis para pegar os sushis.
Como saborear o sashimi: O sabor do sashimi é delicado e pode se perder em contato com temperos
fortes. O peixe não deve ser afogado no shoyu (molho de soja), mas ter apenas uma das pontas
umedecida. A pasta de raiz-forte é para ser misturada ao shoyu. E, entre um sashimi e outro, o
paladar deve ser limpo mastigando-se um pedaço de gengibre em conserva (gari)
Conservação do sushi: Duram até 24 horas na parte mais baixa da geladeira, cobertos por pano
úmido e embalados, não se deve colocar os sushis expostos na geladeira, pois ressecará o arroz que
acabará endurecendo. A mesma precaução deve ser tomada quando estiver fora da geladeira,
duram de 4 a 6 horas. O sushi é considerado fresco para servir por até 4 horas após seu preparo,
não que após este período ele esteja estragado, mas o aspecto e o sabor vão mudando
gradativamente, conforme o tempo passa.
Conservação do Shari: Se após a preparação de sushi, sobrar shari, colocar um pano umedecido por
cima cobrindo bem, embalar ou colocar em uma tupware fechada. Dura até 24 horas, também na
parte mais baixa da geladeira.
Conservação de Sashimi: O Sashimi dura até 24 horas na geladeira, mas prefira consumi-lo no
dia em que foi preparado, pois o sabor vai mudando gradativamente, conforme o tempo vai
passando. Não esqueça de embalar o sashimi para que ele não pegue o gosto de outros produtos da
geladeira.
Conservação dos peixes: O salmão pode ser congelado por até duas semanas. Antes de servi-lo
deixe descongelar naturalmente dentro da geladeira, evite que ele fique em contato com a água
que sai dele enquanto ele descongela, de hora em hora retire esta água para mantê-lo seco. Sem
estar congelado o salmão dura 24 horas dentro da geladeira, assim como os demais peixes, mas
prefira servi-los no dia em que foram comprados. Para manter o frescor dos peixes, pegue uma
pedra de mármore com aproximadamente 40cm de largura por 20cm de comprimento, lave-a bem,
e coloque-a no freezer ou no congelador por no mínimo 2h, quanto mais tempo melhor, retire do
congelador e durante a preparação dos sushi e sashimis mantenha os peixes sobre esta pedra.
Conservação do Nori (alga marinha): o nori pode ser conservado fora da geladeira, desde que
sejam tomados alguns cuidados, como observar o prazo de validade na embalagem, se a
embalagem tem o saquinho para desumidificar e se tem fechamento tipo zip. Retire todo ar do
saquinho e feche bem. Caso você vá ficar algum tempo sem preparar sushi você pode guardar o
nori no congelador ou freezer, isso evitará que o nori possa vir a mofar. Para utiliza-lo novamente
basta tirar do congelador ou freezer e deixar descansar por uns dez minutos, durante este tempo
aproveite para secar a embalagem por fora para evitar que esta umidade entre em contato com as
folhas, quando a embalagem estiver bem seca, pode utilizar nori. Se acontecer do nori ficar
borrachudo, murcho, é só passar a folha pela chama bem baixa do fogão, cuidado para não pegar
fogo na folha, se você estiver com receio de fazer desta forma você pode utilizar uma frigideira ,
também no fogo baixo, até que o nori volte a ficar crocante.
Conservação das facas profissionais: estas facas próprias para o corte de sashimi devem ser
protegidas contra a umidade, para isso coloque suas lâminas dentro de livros grossos, de
preferência com papel tipo jornal. Uma ótima opção é a lista telefônica antiga!
Medidas equivalentes para o preparo de Sushi:
1kg de arroz cru - depois de cozido faz aproximadamente 24 Hossomakis.
1 Futomaki - equivalem a dois Hossomakis.
1 Temaki - equivalem a 1/ 3 de 1 Hossomaki.
1 Hossomaki - equivale a 7 ou 8 bolinhos para Niguiris.
1 pepino - recheia 8 Capamakis, ou 16 Temakis, ou 16 Uramakis.
1 Kanikama - recheia 1 Kanimaki, ou 2 temakis, ou 1 Uramaki.
1 pacote de Nori com 50 folhas faz 100 Hossomakis, ou 50 futomakis, ou 100 Temakis.
1 folha de Nori - faz 2 Hossomakis, ou 1 Futomaki, ou 2 temakis.
1 enrolado (Hossomaki, Futomaki, Uramaki) - dá 8 Sushis cada.
Medidas por pessoa:
1 pessoa come em média 20 unidades, considerando-se cada fatia de sashimi uma unidade, cada
sushi uma unidade.
2 pessoas comem em média 45 unidades, também considerando cada fatia de sashimi como uma
unidade e cada sushi uma unidade.
1 quilo de arroz alimenta cerca de 8 pessoas.
Um toque oriental
Além de leve, a comida japonesa é de fácil digestão e é uma ótima pedida para um jantar
romântico. A comida japonesa pode aproximar casais de namorados, casados ou até mesmo quem
está tentando conquistar alguém. Tudo graças ao ritual que ela proporciona, que consiste em
dividir o prato em uma mesma bandeja e, dependendo do clima de romance, levar a comida à boca
do acompanhante.